segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Jim Carrey's Unnatural Act - 1991
domingo, 17 de agosto de 2008
Red vs. Blue: The Blood Gulch Chronicles
Mais uma Web Serie, esta Neo-Zelandesa, criada em 2003 com seis a oito episódios como objectivo inicial. O sucesso da série levou a que fossem criadas cinco temporadas, num total de cem episódios. A série conta a história de duas facções militares opostas numa guerra civil que se desenrola num “box canyon” isolado no meio do nada, o Blood Gulch. Trata-se duma paródia aos jogos de acção na primeira pessoa (não sei se é assim que se diz), os FPS (first-person shooter), à vida militar e aos filmes de ficção científica. Para isso foi utilizada uma técnica que sincroniza as imagens de videojogos com diálogos áudio pré-gravados, Machinima. O cenário é retirado do jogo Halo: Combat Envolved e das sequelas Halo 2 e Halo 3. Cada episódio dura três/quatro minutos, ficam aqui os cinco primeiros para aguçar o apetite.domingo, 10 de agosto de 2008
Um site a conhecer
Eu acho que este site é tão bom, mas tão bom mesmo que nem seria preciso por mais nada!
Acabo de descobrir que se fosse um Genocida Famoso era o Arial Sharom e se fosse um Robot era o Bender! enfim, há também uma ENORME secção com geradores de nomes. Podemos ficar a saber qual o nosso nome de porn star, o nome de gatinho felpudo, o nome de mafioso, enfim tudo e mais alguma coisa!!!!
É fantástico! Ou por outro é tão parvo que se torna genial!
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
7 Novidades em Trailer
WALL-E
Towelhead
Choke
Guy Ritchie volta à temática que o tornou conhecido, com Snatch e Lock, Stock and Two Smoking Barrels, o crime. Os ingredientes habituais, da acção à comédia, parecem estar todos lá:
Rocknrolla
Zack and Miri Make a Porno
W.
The Curious Case of Benjamin Button
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
The Sopranos

Criada em 1999 por David Chase, ao longo de 6 temporadas, 86 episódios de cerca de 1 hora cada, a saga da família Soprano bateu forte em todos aqueles que a viram, êxito de público e de crítica, alguns chegaram mesmo a considerá-la (e atenção que é o NY Times) "[The Sopranos] just may be the greatest work of American popular culture of the last quarter century." Ora a esta hora poucas pessoas no mundo ocidental nunca terão ouvido falar em Tony Soprano e a sua entourage mas como em Portugal passou um bocado desapercebida e com pouco destaque (merecia horário nobre em qualquer TV mas pronto), deixo aqui uma pequena descrição.
Basicamente é assim, Tony sempre pertenceu a uma família de mafiosos, o seu pai era
mafioso, o seu tio era mafioso, os seus amigos eram mafiosos, logo ele também é mafioso. No ínicio ainda não é o big boss ou capo (aprende-se os termos técnicos todos) da família que domina grande parte de New Jersey (incluindo Newark mas referências portuguesas quase nenhumas, não devemos ser grandes mentes criminosas) mas as circunstâncias mudam e dá-se um confronto de poder. A partir daqui temos um retrato fabuloso não só sobre o submundo do crime (que já não é tão submundo quanto isso), sobre a gestão de equipas (há livros de gestão, best-sellers, baseados nas tácticas de T.S.), sobre a família e os seus valores, sobre a emigração e integração, sobre a ganância e o dinheiro e o excesso e o poder, sobretudo sobre a América.Claro que há violência, muita até, e há sexo, montes, e drogas, também, o clássico do mundo do crime e depois há uma vida familiar que se quer normal (Tony é casado com a sua namorada do liceu e tem 2 filhos, uma mansão e é um exemplar pai de família) mas onde também podem ocorrer matricídeos e filicídeos e, onde existe humor e amor, onde existem pessoas que se encontram e chocam entre si como no mundo real. Uma autêntica orgia psicológica, ah já me esquecia o Capo como qualquer americano no século XXI anda depressivo e a fazer terapia. E pronto se quiserem uma dissertação mais profunda, procurem na wikipédia ou no imdb ou paguem-me aqui uns copos. Ou vejam este excelente artigo na Vanity Fair e as fotos da Annie Leibovitz já agora(esta para quem já viu chama-se "sleeping with the fishes").
Agora falando dos actores que são fantásticos, James Gandolfini é um senhor e Tony só não é o melhor mafioso de sempre porque pá o Marlon Brando... Depois a Mrs. S, Carmela Soprano também fantástica, os filhos que crescem com a série, o Michael Imperioli, o tipo que faz de Paulie, o gajo que toca com o Bruce Springsteen, a psicóloga, até o Steve Buscemi entrou e inclusive escreveu, um cast de luxo, não sendo estranho que quase todo o elenco já tivesse feito filmes de máfia (a maioria em Godfellas).
Eu é só bajulações mas é daqueles casos em que pronto contra factos....

PS:Em jeito de oferenda, quem quiser pode fazer o download deste ficheiro, onde encontrará toda a série em links de rapidshare. Também me podem pedir a mim, que eu arranjo em Divx. Que pena que quando estava baratinha na Worten não me apeteceu comprar...
http://rs386l3.rapidshare.com/cgi-bin/upload.cgi?rsuploadid=148670413132480277
Sugestão para a silly season a quem não possa passar as noites na esplanada.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Horror Movies
"While walking back to my Boston hotel after a surprisingly well-attended
Tuesday afternoon showing of Bryan Bertino's horror thriller The Strangers, I found myself musing on what's scary and what's not. Whatever it is, The Strangers had enough of it to do incredibly well at the box office. But what makes such a little film with only one star (Liv Tyler) work in the first place? That the question interests me shouldn't amaze anyone, since I've worked in the scare-'em-silly field for years. And it must be of vital interest to Twentieth Century Fox, which this summer releases two movies in the genre with much higher budgets: The Happening and The X-Files: I Want to Believe. The Happening was better than I expected, but it wasn't as scary as The Strangers. As for The X-Files (out July 25)? Children, I have my doubts.
One thing that seems clear to me, looking back at the 10 or a dozen films that truly scared me, is that most really good horror films are low-budget affairs with special effects cooked up in someone's basement or garage. Among those that truly work are Carnival of Souls, Halloween, The Texas Chainsaw Massacre, Night of the Living Dead, and The Blair Witch Project. All cost almost nothing to make and earned millions, while their sequels and remakes were crap (Dawn of the Dead in both its incarnations being the exception that proves the rule).
Horror is an intimate experience, something that occurs mostly within oneself, and when it works, the screams of a sold-out house are almost intrusive. In that sense, a movie such as Blair Witch is more like poetry than like the ''event films'' that pack the plexes in summer. Those flicks tend to be like sandwiches overstuffed with weirdly tasteless meat and cheese, meals that glut the belly but do nothing for the soul. Studio execs, who not only live behind the curve but see
m to have built mansions there, don't seem to understand that most moviegoers recognize all the bluescreens and computer graphics of big-budget films and flick them aside. Those movies blast our emotions and imaginations, instead of caressing them with a knife edge."

segunda-feira, 14 de julho de 2008
Starz Bunnies e How It Should Have Ended
"A paródia é uma imitação, na maioria das vezes cómica, de uma composição literária, em outras palavras é uma imitação burlesca. Ela surge a partir duma nova interpretação, da recriação de uma obra já existente e, em geral, consagrada. O objectivo da paródia é adaptar a obra original a um novo contexto, passando diferentes versões para um lado mais despojado, e aproveitando o sucesso da obra original para passar um pouco de alegria."
Graças a isto, já nos rimos até cair e não foi só com a literatura. Existem muitos sites pela net fora que parodiam mil e um artistas e obras conhecidos. Têm aqui dois porreiros a gozar com o cinema.
O Starz Bunnies são resumos de 30 segundos de filmes conhecidos, onde todas as personagens são coelhos. Têm aqui o The Shining:
O How It Should Have Ended mostra-nos como os filmes deveriam ter acabado, na óptica dos criadores. Está aqui o Braveheart:
domingo, 13 de julho de 2008
O Colosso de Maroussi
Apesar de uma obra menos conhecida de Miller (Trópico de Câncer, Trópico de Capricórnio, Primavera Negra, Sexus, Plexus, Nexus, entre outros), publicada em 1941 durante a Segunda Grande Guerra, trata-se duma viajem fascinante pela Grécia, que se refaz ainda da ocupação do Império Otomano de há mais de um século, na altura, e também pela Grécia Antiga, à medida que vai relatando os dois anos que por lá passou. Durante a sua estada, Miller vai visitar os mais diversos locais e cruzar-se com as mais variadas personagens, enquanto se revela um grande apaixonado pelo Povo e um fervoroso admirador do seu passado. Miller resolve ir para a Grécia depois de ser contagiado por uma rapariga que morava com ele em Paris; nas suas palavras: “Esta rapariga não é exactamente uma narradora de histórias, mas é uma artista de qualquer espécie, porque ninguém jamais me transmitira tão completamente a atmosfera de um lugar como ela me transmitiu a da Grécia”. Deixou a América e encontrou-se com o seu amigo, e também escritor, Lawrence Durrell, em Corfu, que o apresentou, entre outras figuras inesquecíveis, a Katsimbalis (o “Colosso de Maroussi”), um enorme contador de histórias. Pode não ser dos seus melhores livros, mas como disse Edmund Wilson, um famoso crítico literário, “É diferente de tudo o mais que alguma vez se escreveu antes acerca da Grécia. Miller é um escritor nato e vê as coisas como mais ninguém as vê”. Em suma, para quem gosta do autor e para quem foi, ou vai, à Grécia; pena já ser de 41... Nota - 3/5 quarta-feira, 9 de julho de 2008
A culpa é da televisão!
Como podemos pensar que este país vai a algum lado, como podemos querer ter bons alunos e bons empresários se o português médio que vê uma ou duas horas de televisão por dia acaba martelado com coisas como a Catarina Furtado de vestido de noite na cova da moura ou o sabe mais que um fedelho de dez anos ou aquele novo programa do herman que consiste em ver se se conhece ou não a letra de grandes musicas como "afinal havia outra" ou "el rei dom sebastião"?
Os malucos do riso já deixaram mais velhinhos em estado catatónico do que todo o valium prescrito pelos médicos de familia e endireitas deste pais! A quadratura do circulo e o prédio do vasco por pouco não provocaram um suicidio colectivo em Vale da Moina, Ribatejo.
Já para não falar do que as telenovelas da TVI e os programas da manhã do canal 1 têm feito às pobres capacidades de raciocinio do português mediano! Quantos casamentos não são destruidos pelo decote da.... da..... daquela rapariga que aparece com o jorge gabriel ou até pelo erótico rebolar de banha do gordo do preço certo: " Então dona Amélia qual é o preço certo desta moto 4?".
Por isso deixo aqui ficar este video, como ideia para o que é humor televisivo a sério!
terça-feira, 8 de julho de 2008
Quero o meu dinheiro de volta!
A história do filme é o pedaço de escrita com menos imaginação que eu vi desde que li o Amor de Perdição, é a repetição da fórmula batida do individuo que volta do degredo para se vingar do homem que lhe deu cabo da vida, e como isto era simples de mais optou-se por matar um enorme numero de pessoas numa cena que não é mais que uma montagem ao estilo do Rocky e picar os cadáveres para usar essa carne em empadas. Sim o filme é isto!
O melhor desta longa metragem (aborrecidamente longa por sinal) é que os personagens morrem todos no final. E isto é a melhor parte porque assim de certeza que não vai haver um Sweeney Todd 2 - Picando Pessoas e Cantando Mal.