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sábado, 15 de novembro de 2008

The Fine Brothers

Benny e Rafi Fine são dois irmãos de Nova York, judeus ortodoxos e filhos de um Rabbi, que constituem uma das duplas de maior sucesso na internet. Foram dos pioneiros das web series, são sócios do YouTube, encontram-se no top 10 de comédia do MySpace, são dos poucos cujos filmes foram vistos mais de um milhão de vezes em sete sites diferentes, prefazendo, no total, cerca de vinte milhões de visitas. Para visitarem o site é só clickar: Raven Stake, tem sketches, séries cómicas e paródias a outras conhecidas. A última novidade é este sketch que tem circulado pela net, onde eles começam por avisar que vão estragar 100 filmes em menos de 5 minutos, isto é, contar o fim e outras cenas que tal, mas até o fazem em menos de 4.


terça-feira, 30 de setembro de 2008

Tim and Eric

Não sei se já conhecem estas duas personagens, eu ouvi falar deles numa entrevista ao Michael Cera, são o Tim Heidecker e o Eric Wareheim. O seu último projecto chama-se Tim and Eric Awesome Show, Great Job! e já vai com 3 temporadas. Antes disto tiveram o Tim and Eric Nite Live e antes deste, um de animação, chamado Tom Goes to the Mayor. Ao que parece costumam ter vários convidados, principalmente no de animação. Ainda pouco vi, não tenho, por isso, opinião ainda formada, mas já me ri um bocado com a estupidez que vai pelo site deles, que se não tem tudo, pouco deve faltar. Para darem uma vista de olhos o link fica aqui. Deixo só a parvoice dos 3 vodka movies.





quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Six Feet Under

Por onde começar? Mais uma série da HBO (já aqui foi falado dos Sopranos) de enorme qualidade que apesar de já ter terminado há três anos não posso deixar de falar. “Sete Palmos de Terra” teve 32 nomeações para os Emmys, ganhando 7 e 8 nomeações para os Globos de Ouro, dos quais arrecadou 3. Apesar de ser uma série dramática conta-nos a história de uma família disfuncional de Pasadena, L.A., donos de uma casa funerária “familiar”, a “Fisher & Sons”, ao longo de 5 temporadas, com expressos rasgos de comédia negra. A série começa com a morte de Nathaniel Fisher (Richard Jenkins), o patriarca da família, o que faz com que o seu primogénito Nathaniel “Nate” Fisher Jr. (Peter Krause) que há muito abandonara a casa, acabe por ficar a gerir o negócio com o seu irmão David (Michael C. Hall). Para além destes, há ainda a mãe Ruth (Frances Conroy) e a irmã Claire (Lauren Ambrose). Ao longo das várias temporadas conhecemos inúmeras personagens que se vão relacionando que eles, mas há, pelo menos, mais três regulares que nos acompanham da primeira à última. Federico Diaz (Freddy Rodriguez) trabalha para eles e é o mestre na reconstituição dos corpos para o funeral, Brenda Chenowith (Rachel Griffiths) que ora é, ora não é namorada de Nate e Keith Charles (Matthew St. Patrick), o namorado de David.

A série é da autoria de Allan Ball, o homem que escreveu o argumento do American Beauty, e tornou-se numa das mais aclamadas da década. O facto de acompanharmos o dia-a-dia de uma família que lida com a morte a todo o instante e de testemunharmos o reflexo disso nas suas próprias vidas, é um conceito singular e excêntrico que atraiu um grande número de seguidores, originando um pequeno fenómeno de culto à sua volta. Os temas tratados vão do mais convencional ao mais subversivo e apanham-nos muitas vezes desprevenidos, na maneira surrealista como são revelados ou combinados. Há também um realismo mágico muito presente nos sonhos que as várias personagens vão “vivenciando” e nas conversas com alguns mortos, representando o confronto com problemas passados que ficaram por resolver ou diálogos internos que às vezes preferimos não ter. As relações familiares, extra-familiares, a infidelidade, a homossexualidade, a religião, a filosofia, a doença, a adopção, as drogas, a arte, a psicologia, o sexo, a amizade, em volta do tema da morte, das suas causas e consequências. Em suma, o nascimento, a morte e o renascimento, o ciclo da vida em constante movimento.

Não acompanhei a série quando passou cá porque não parava em casa. Na altura fiz por não ver nem um episódio para poder ver tudo de rajada. Tudo correu como esperado e já compreendo o pessoal que vota dez às séries de TV. A minha nota: 10/10. Para terem uma melhor ideia vale mais postar algumas frases do Allan Ball, numa entrevista da altura:

Acerca do conceito da série:

"Who are these people who are funeral directors that we hire to face death for us? What does that do to their own lives - to grow up in a home where there are dead bodies in the basement, to be a child and walk in on your father with a body lying on a table opened up and him working on it? What does that do to you?"

A família Fisher como resposta às perguntas colocadas:

"Six Feet Under refers not only to being buried as a dead body is buried, but to primal emotions and feelings running under the surface. And when one is surrounded by death it seems like to counterbalance that, there needs to be a certain intensity of experience, of needing to escape. It’s Nate with his sort of womanizing; it’s Claire and her experimenting with dangerous boys and dangerous drugs; and it’s Brenda’s whole sexual compulsiveness; it’s David having sex with a hooker in public; it’s Ruth having affair after affair; it’s the life force trying to push up through all of that suffering and grief and depression."

domingo, 17 de agosto de 2008

Red vs. Blue: The Blood Gulch Chronicles

Mais uma Web Serie, esta Neo-Zelandesa, criada em 2003 com seis a oito episódios como objectivo inicial. O sucesso da série levou a que fossem criadas cinco temporadas, num total de cem episódios. A série conta a história de duas facções militares opostas numa guerra civil que se desenrola num “box canyon” isolado no meio do nada, o Blood Gulch. Trata-se duma paródia aos jogos de acção na primeira pessoa (não sei se é assim que se diz), os FPS (first-person shooter), à vida militar e aos filmes de ficção científica. Para isso foi utilizada uma técnica que sincroniza as imagens de videojogos com diálogos áudio pré-gravados, Machinima. O cenário é retirado do jogo Halo: Combat Envolved e das sequelas Halo 2 e Halo 3. Cada episódio dura três/quatro minutos, ficam aqui os cinco primeiros para aguçar o apetite.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

The Sopranos



A mafia italiana ou cosa nostra como lhe queiram chamar já faz parte há uma série de anos da cultura popular e a sua iconografia reproduzida e imitada em todo o lado. Desde a Trilogia do Padrinho até aos Wise Guys do Godfellas, Nova Iorque e a cultura italoamericana fazem parte do melhor cinema americano e já há algum tempo da Televisão. A Culpa é de The Sopranos, possivelmente a melhor série de todo o sempre.
Criada em 1999 por David Chase, ao longo de 6 temporadas, 86 episódios de cerca de 1 hora cada, a saga da família Soprano bateu forte em todos aqueles que a viram, êxito de público e de crítica, alguns chegaram mesmo a considerá-la (e atenção que é o NY Times) "[The Sopranos] just may be the greatest work of American popular culture of the last quarter century." Ora a esta hora poucas pessoas no mundo ocidental nunca terão ouvido falar em Tony Soprano e a sua entourage mas como em Portugal passou um bocado desapercebida e com pouco destaque (merecia horário nobre em qualquer TV mas pronto), deixo aqui uma pequena descrição.
Basicamente é assim, Tony sempre pertenceu a uma família de mafiosos, o seu pai era mafioso, o seu tio era mafioso, os seus amigos eram mafiosos, logo ele também é mafioso. No ínicio ainda não é o big boss ou capo (aprende-se os termos técnicos todos) da família que domina grande parte de New Jersey (incluindo Newark mas referências portuguesas quase nenhumas, não devemos ser grandes mentes criminosas) mas as circunstâncias mudam e dá-se um confronto de poder. A partir daqui temos um retrato fabuloso não só sobre o submundo do crime (que já não é tão submundo quanto isso), sobre a gestão de equipas (há livros de gestão, best-sellers, baseados nas tácticas de T.S.), sobre a família e os seus valores, sobre a emigração e integração, sobre a ganância e o dinheiro e o excesso e o poder, sobretudo sobre a América.
Claro que há violência, muita até, e há sexo, montes, e drogas, também, o clássico do mundo do crime e depois há uma vida familiar que se quer normal (Tony é casado com a sua namorada do liceu e tem 2 filhos, uma mansão e é um exemplar pai de família) mas onde também podem ocorrer matricídeos e filicídeos e, onde existe humor e amor, onde existem pessoas que se encontram e chocam entre si como no mundo real. Uma autêntica orgia psicológica, ah já me esquecia o Capo como qualquer americano no século XXI anda depressivo e a fazer terapia. E pronto se quiserem uma dissertação mais profunda, procurem na wikipédia ou no imdb ou paguem-me aqui uns copos. Ou vejam este excelente artigo na Vanity Fair e as fotos da Annie Leibovitz já agora(esta para quem já viu chama-se "sleeping with the fishes").
Agora falando dos actores que são fantásticos, James Gandolfini é um senhor e Tony só não é o melhor mafioso de sempre porque pá o Marlon Brando... Depois a Mrs. S, Carmela Soprano também fantástica, os filhos que crescem com a série, o Michael Imperioli, o tipo que faz de Paulie, o gajo que toca com o Bruce Springsteen, a psicóloga, até o Steve Buscemi entrou e inclusive escreveu, um cast de luxo, não sendo estranho que quase todo o elenco já tivesse feito filmes de máfia (a maioria em Godfellas).
Eu é só bajulações mas é daqueles casos em que pronto contra factos....



PS:Em jeito de oferenda, quem quiser pode fazer o download deste ficheiro, onde encontrará toda a série em links de rapidshare. Também me podem pedir a mim, que eu arranjo em Divx. Que pena que quando estava baratinha na Worten não me apeteceu comprar...

http://rs386l3.rapidshare.com/cgi-bin/upload.cgi?rsuploadid=148670413132480277



Sugestão para a silly season a quem não possa passar as noites na esplanada.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

It's Always Sunny in Philadelphia

It’s Always Sunny in Philadelphia é a melhor sitcom que me chegou às mãos nos últimos anos. A série tem 32 episódios, divididos por três temporadas (7+10+15), e conta a história de quatro amigos, de quase 30 anos, que têm um Irish bar em Philadelphia, muito pouco frequentado, chamado “Paddy’s Pub”. O grupo sofre, em geral, de um egocentrismo atroz, que os leva às mais impensáveis discussões e, por conseguinte, competições, enquanto se tentam integrar na sociedade adulta. Dennis Reynolds (Glenn Howerton), um dos donos do bar, é uma espécie de playboy narcisista que tem como principal preocupação a sua imagem. Diandra “Sweet Dee” Reynolds (Kaitlin Olson) é irmão gémea de Dennis. Apesar de parecer a pessoa mais sã do grupo, emborracha-se do piorio sempre que conhece algum homem que lhe interessa, e fica bastante agressiva, partindo mesmo para a violência quando a chateiam. Mac (Rob McElhenney), outro dos donos, vendia droga na escola para arranjar amigos populares e faz-se passar por durão para agradar o pai que está preso por tráfico de drogas, mas normalmente é considerado um cromo pelos outros. Charlie Kelly (Charlie Day) é o outro dono, amigo de infância de Mac, e o mais tresloucado do grupo. Tem problemas de dislexia, é iletrado e acusado pelos outros de ser um bocado “atrasado”. É ele que faz o trabalho sujo no bar, o chamado “Charlie Work”. Vive numa casa que roça a imundice, não tem sorte com as mulheres e é, de todos, o que tem mais apetência para a música. A partir do primeiro episódio da segunda série aparece Frank Reynolds (Danny DeVito), pai de Dennis e Dee acabado de se separar da mulher. Frank compra parte do terreno do bar e obriga-os a fazer parte do “gang”, tornando-se o líder na maior parte dos esquemas, como grande manipulador que é.A série lida com uma enorme variedade de temas controversos como o racismo, a prostituição, a droga, a escravatura, os sem-abrigo, a homossexualidade, o aborto, a posse de armas, a pedofilia, o terrorismo, a religião, e é muitas vezes hilariante! Sobretudo porque passam o tempo a lixarem-se uns aos outros e por várias vezes com álcool a mais no sangue. Esta sitcom já foi exibida cá na FOX, ou ainda é (não tenho a FOX), com a excelente tradução: “Nunca chove em Philadelphia”. A “tagline” é: “It’s Seinfeld on crack”, e não está mal apanhada, 5 estrelas para esta excelente série. Deixo-vos com umas frases e a cena do “Day Man”:

Dennis: I'm a recovering crackhead and this is my retarded sister that I take care of. I'd like some welfare please.

Dee: "I'll eat your babies Bitch!"

Dennis: We don't want wild girls. We want real girls going wild. It's important to see the transition. You want to watch the process.

Charlie: Why don't I strap on my job helmet and squeeze down into a job cannon and fire off into Jobland where jobs grow on little jobbies?

Mac: What’s up bitches?




Só faltou dizer que são eles os três, os criadores e argumentistas da série. Fizeram o episódio piloto com cerca de 85 dólares e já têm contrato para a 4ª temporada que deve estrear lá para o fim do ano. Entretanto estão a preparar uma nova série de comédia e ficção científica intitulada: Boldly Going Nowhere.

sábado, 26 de abril de 2008

John Cho's Off Centre

Série de culto dos primeiros tempos de faculdade, foi vista e revista por bastante gente, no sofazito da 5 de Outubro quase em frente ao Varandim. É uma sitcom norte-americana que foi transmitida, pelo menos na 2, e que conta a vida de dois amigos que partilham casa em Nova York. A série nunca teve grande audiência e foi cancelada a meio da segunda temporada por duas razões: primeiro porque era exibida ao Domingo e passaram-na para Quinta, o que não ajudou nada a falta de público, e em segundo pela controvérsia gerada por alguns temas tratados e linguagem utilizada. Depois de ser votada como a segunda pior série para a família por grupos como o "Parents Television Council", o New York Post publicou um memorando da Warner Bros. direccionado aos criadores da série que dizia o seguinte: "It is essential to reduce and/or modify the significant number of uses of 'penis,' 'testicles,' 'foreskin' as well as euphemisms for the same, such as 'your thingie''. Também proibe o uso de expressões como "covered wagon," "unit," "turtleneck," "little fella," "anteater," "diddy," "cloaking device" e "my pig is still snuggly, wrapped in his doughy blanket." Grande parte disto é dito por Chau Presley (John Cho), o amigo vietnamita e empregado do restaurante que eles costumam frequentar, que é a grande alma da série. Completamente louco e sem a mínima noção do ridículo Chau protagoniza muitas das melhores cenas do programa. Não chega a ser uma série de top, mas ele anda por lá. Têm aqui um excerto dum episódio com que esbarrei no youtube. Há cenas melhores (como o episódio em que ele namora com uma sem-abrigo, ou como ele diz outdoorsy) mas não vou estar a procurar. Para além dos dois amigos, o Mike (Eddie Kay Thomas) e o Euan (Sean Maguire), há ainda a Liz (Lauren Stamile) que é namorada do Mike e o vizinho Status Quo (Jason Wiston George), um rapper durão, mas só de fachada. Enjoy


terça-feira, 15 de abril de 2008

Michael Cera

Michael Cera é um actor, preferencialmente de comédia, natural de Ontario no Canadá, que nos últimos tempos se tem revelado como uma das figuras emergentes, do género, nos Estados Unidos. Apesar de ter feito o seu primeiro papel para a televisão em 1998, Cera tornou-se conhecido com a sitcom “Arrested Development” que estreou em 2003 quando ele tinha 15 anos. A série conta a história de uma família disfuncional que se tem de adaptar a outro estilo de vida, quando o chefe da família vai preso e as contas, de cada excêntrico membro da família, são congeladas. A primeira temporada da série, filmada numa toada de falso documentário, foi um fenómeno de estreia, acompanhado sempre de muito boas críticas. No Wikipédia aparece como a sitcom com a votação mais alta da história, segundo os internautas do imdb. Uma série de culto imediato que já passou na TVI e que vale a pena dar uma olhada. Depois de três temporadas, e algumas participações em outras séries, Cera junta-se à “família” Apatow e estreia em 2007 “Superbad”, a comédia teen mais original desde, o já esgotado, "American Pie". Juntamente com Jonah Hill e Christopher-Mintz Plasse tentam perder a virgindade antes de irem para a faculdade, arranjando o álcool para a festa de despedida do secundário, sem se deixarem apanhar por dois polícias pouco convencionais. Pode parecer mais do mesmo, mas a verdade é que não assistimos ao nonsense exagerado das outras comédias do género, nem estamos perante as habituais personagens estereotipadas de 17 anos que se emborracham e fazem merda. Uma comédia do melhor que saiu nos últimos anos, com personagens mais reais, bons diálogos e um grande Jonah Hill. No mesmo ano, estreou "Juno", uma comédia dramática que deu a Diablo Cody o Óscar de melhor argumento original na última cerimónia. Juno (Ellen Page) é uma rapariga de 16 anos, dona do seu próprio nariz, que fica grávida depois ter passado uma noite com o seu melhor amigo Paulie Bleeker (Michael Cera). Primeiro pensa em abortar, mas acaba por mudar de ideias e resolve procurar uma boa família para o filho. A narrativa estende-se ao longo de um ano, acompanhando a gravidez, a relação com os pais, com o amigo, com os colegas de escola e com os pais adoptivos da criança. É um dos melhores filmes do ano e mais um fruto do cinema independente. Com uma realização sólida de Jason Reitman, um cast muito bom e uma banda sonora excelente, a grande ovação vai mesmo para Ellen Page, irrepreensível. Durante um par de anos, Michael Cera não pôs de parte o seu projecto pessoal, e lançou, juntamente com Clark Duke, a Web Serie “Clark and Michael”. A série é sobre dois aspirantes a produtores, que julgam ter uma grande ideia para uma sitcom, mas que fazem pouco para a realizar. Trata-se, portanto, de um mockumentary, que tem conquistado as mais diversas faixas etárias, apesar do blog estar atolado de mensagens das fãs. Tendo em conta que é uma estreia a escrever e a realizar, 9.2 no imdb é obra, apesar de não chegar aos 1000 votos. Michael Cera já tem mais uns 5 projectos agendados, entre os quais, a longa-metragem de "Arrested Development", onde ele volta à personagem de George-Michael. O próximo a sair, deve ser o "Extreme Movie", uma comédia em sketchs sobre sexo juvenil. Este puto parece que vai longe.

Trailer do Superbad
Trailer do Juno

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Weeds + Californication

Já venho um bocado tarde, mas hoje estreiam duas séries novas na RTP 2. A terceira temporada de "Weeds " e a primeira de "Californication". Uma grande noticia, para quem não lhe apetece muito ver o prós e contras e fica só com com novelas à escolha. A primeira com Mary-LouiseParker e Elizabeth Perkins, conta a história de uma recém-viúva que se torna a dealer do bairro para poder sustentar a família, dando a impressão que secretamente toda a gente está interessada nisso. A segunda trás David Duchony de volta (o Mulder dos X-Files), no papel de um escritor com bloqueio, separado da mulher... e da filha, e com um apetite insaciável por mulheres. Duas excelentes séries de comédia dramática para acompanhar às segundas à noite.