Mostrando postagens com marcador Jogos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jogos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Heidi Klum Rocks on Guitar Hero World Tour!

O Guitar Hero World Tour é um videojogo sobre música que saiu no dia 28 de Outubro nos Estados Unidos. Já é a quarto jogo da série (também chamado de Guitar Hero IV) e saiu para a PlayStation 2, PlayStation 3, Wii e Xbox 360. Para PC, parece que a Microsoft anda a tratar do assunto. O jogo que já nas versões anteriores permitia o uso de um comando em forma de guitarra, vem melhorado com controles de bateria e microfone para precurssão e voz. Podem-se criar músicas na versão de estúdio, mas sem a parte da voz por razões técnicas e legais. Os jogadores podem compartilhar as suas canções. No modo carreira, há uma grande lista de músicas rock, que engloba todos os sub-géneros, para saber tocar e ainda as Guitar Batlles contra os senhores Ted Nugent e Zakk Wylde. A promoção ao jogo tem sido feita por celebridades, acho que o Kobe Bryant e Michael Phelps já entraram, não vi. A que gostei de ver foi esta:


quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Spore

Um dos mais ansiados projectos na história da indústria dos videojogos está prestes a sair. Chama-se Spore e chega-nos através da Electronic Arts pelas mãos do designer Will Wright, o mesmo do aclamado SimCity e de vários outros do género como SimAnt, SimFarm, SimMars, sendo o último, o famoso The Sims em que controlávamos a vida de uma família. O franchising rende 18 mil milhões de dólares ao ano, superando até os números de Hollywood. A ideia do jogo é dar ao utilizador uma experiência de vida no Universo, desde os seres unicelulares até às civilizações interestelares.

O jogo começa com um meteoro a chocar com o planeta, propagando matéria orgânica pelos oceanos. O jogador começa com um ser muito simples e começa por escolher comer outros seres, vegetação, ou ambos. A criatura vai crescendo, vão-se ganhando pontos de DNA que são usados para acrescentar, por exemplo, uma cauda para nadar melhor, ou espinhos para se defender. Quando o animal já for grande e complexo o suficiente, está pronto para passar para a terra, onde pode desenvolver patas, asas ou outras partes, altura em que, segundo dizem, o jogo começa mesmo a “bombar”. A Electronic Arts criou um software no seu website para “construir” novas criatura, com a finalidade de povoar os planetas de cada jogador com vida, e ao que parece, já vai em 3 milhões de espécies diferentes. Dois biólogos evolucionistas, e professores na Universidade de Yale, Thomas Near e Richard Prum, passaram umas quantas tardes a testar o Spore. Apesar de terem algumas reservas em relação ao projecto, uma vez que a evolução do organismo que controlamos não tem muito a ver com a real evolução das espécies, ambos admiram a maneira como o Spore aborda as grandes questões evolutivas com que os estudiosos se deparam actulamente, como a origem da complexidade. Embora seja muito difícil aplicar num computador a evolução de milhões de espécies durante milhões de anos, a matemática ajudou e muito a estudar a sua dinâmica, começando com simples equações no início do século XX. O uso de modelos científicos actuais, muito mais complexos e sofisticados, apoiados em inúmeros factos e trabalhando com muitas variáveis, a que chamam “game theory”, permite que os organismos evoluam usando diferentes estratégias que serão melhores ou piores face a factores como a selecção natural, a cooperação Humana ou as relações entre parasita e hospedeiro, por exemplo. A evolução não se resume a matar ou ser morto. Se acabarmos por ser um carnívoro, vai haver muitos mortos mas também a necessidade de criarmos alianças. Tal como na realidade, um dos factores que se vai tornando mais complicado ao longo do tempo, é o equilíbrio entre a cooperação e a competição. Esta complexidade organizacional permite-nos passar ao próximo nível. Para além do Dr. Near e do Dr. Plum, vários cientistas já experimentaram o jogo e a opinião é generalizada. É preciso que as pessoas não se confundam e não pensem que a evolução é como uma caminhada unidimensional, desde o ser unicelular ao inteligente, mas sim como uma árvore com milhões espécies, a crescer em diferentes direcções. Os pontos de DNA, não servem sequer de metáfora a uma evolução que se dá com o aparecimento de mutações que se espalham gradualmente pelas populações.

The Science Behind Spore

Dr. Plum: “There’s no progressive arrow that dominates nature.”

Dr. Near: “This may be totally off about how evolution works, but I’d much rather be dealing with a student who says, ‘O.K., I have no problem with evolution; I think about it the same way I think about gravity.’ If it does that, it’ll be great.”

Dr. Shubin: “The differences between Spore and nature do not bother me. I see Spore for what it is: a game. And it is a game in the best sense of the word. It is not identical to nature, but it is a world that evolves, that changes and where the players are part of those processes.”

terça-feira, 22 de abril de 2008

"Even sex without procreation is good, because it helps you ease tension"

E quem diz isto é o herói de um RPG que descobri recentemente e que (como bem se vê!) merece um comentário.

Este post a bem dizer já vem com dois anos de atraso: em 2006 saiu The Witcher um RPG que apesar de não fazer (até ver!) sombra a títulos como Shadown of Amn ou Neverwinter Nights dá uma nova tónica ao conceito de RPG, com uma jogabilidade impressionante, gráficos de fazer fritar muita placa gráfica e uma história que apesar de não ser nenhuma obra prima não fica a dever nada a outros RPG que saíram nos últimos anos.


No jogo encarnamos a personagem de Gerald, um tipo que ganha a vida a matar monstros e passa grande parte do jogo a tentar enrolar-se com as diversas personagens femininas com que se vai cruzando. Pelo caminho há ainda tempo para uma boa dose de violência gratuita salpicada aqui e ali com pérolas como palavrões, abuso de álcool e drogas, sexo, prostituição e fanatismo religioso.

Fica aqui um filme do gameplay do jogo, para fazer salivar os mais viciados



A minha pontuação (de 0 a 20)
História: 10, o facto da personagem convenientemente ter ficado sem memória é imperdoável. Para além disso o argumento é uma nova versão das mesmas coisas que andam a ser escritas desde que tolkien publicou O Senhor dos Aneis, já era tempo de deixar-mos elfos e anões em paz e criar novas raças para os RPG's de medieval fantástico.
Personagens: 13, não que os autores do jogo estejam sempre a meter água, mas muitas vezes levam as coisas para níveis excessivos de parvoíce, pior pior é a profissão de uma das personagens: Detective Privado.
Gráficos e jogabilidade: 20
Aquecimento da minha placa gráfica: 21
Apreciação global: 19, é sem duvida o melhor jogo que já experimentei em diversos domínios, apenas peca no facto da história por detrás do RPG não ser nada de mais e faltar às personagens carisma e originalidade me impede de dar nota 20 a este jogo.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

T2T est mort, vive LOTRO

Como me foi incumbido, ou pelo menos sugerido, a secção de jogos irei pelo menos neste primeiro post honrar a categoria.

Há alguns anos atrás muitos de vós devem ter jogado algo que em pouco tempo de tornou amado por uns e detestado por outros: um mud chamado "The Two Towers". O jogo em si é, para quem via jogar, uma aberração bizarra: um jogo em texto, sem imagens ou controlos visuais. A única razão que nos levou a joga-lo, e a gostar de o jogar, era o tema. O jogo passava-se na Terra Média, uma terra imaginária do mundo de Tolkien e da sua obra. Desde então nada me cativou tanto como esse jogo. Então começou a moda dos MMORPG (Massive Multi Player Online Role Playing Games).

Durante dois anos joguei World of Warcraft, um peso pesado na categoria, com 9 milhões de utilizadores mundiais. Um mundo persistente gigantesco, uma alternativa ao mundo real, com uma vida e economia própria.


Foi então que comecei a jogar Lord of the Rings Online. Este jogo utiliza muito dos conceitos utilizados em MMOs já existentes, melhorando-os (claro que esta opinião é subjectiva), e no total formando o melhor jogo para fans de Tolkien até então. Muitas as características deste jogo tornam-no ideal para jogadores casuais, para quem se quer divertir um pouco na Terra Média de vez em quando. Não há a necessidade de investir 10 horas por dia para obter equipamente decente, como em muitos outros jogos online, nomeadamente o World of Warcraft.

Passear por este mundo, ver os buracos dos hobbits, as cidades dos elfos, matar orcs e trolls (confesso que no meu nível ainda não matei nenhum troll, mas já vi quem matou :) ) é uma experiencia que aconselho a todos os interessados.

As imagens apresentadas são tiradas do jogo. Este pode ser jogado decentemente com um pc normal, mas para quem tiver oportunidade de jogar com os detalhes no máximo garanto uma imersão difícil de superar.