
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Heidi Klum Rocks on Guitar Hero World Tour!

quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Spore

O jogo começa com um meteoro a chocar com o planeta, propagando matéria orgânica pelos oceanos. O jogador começa com um ser muito simples e começa por escolher comer outros seres, vegetação, ou ambos. A criatura vai crescendo, vão-se ganhando pontos de DNA que são usados para acrescentar, por exemplo, uma cauda para nadar melhor, ou espinhos para se defender. Quando o animal já for grande e complexo o suficiente, está pronto para passar para a terra, onde pode desenvolver patas, asas ou outras partes, altura em que, segundo dizem, o jogo começa mesmo a “bombar”. A Electronic Arts criou um software no seu website para “construir” novas criatura, com a finalidade de povoar os planetas de cada jogador com vida, e ao que parece, já vai em 3 milhões de espécies diferentes. Dois biólogos evolucionistas, e professores na Universidade de Yale, Thomas Near e Richard Prum, passaram umas quantas tardes a testar o Spore. Apesar de terem algumas reservas em relação ao projecto, uma vez que a evolução do organismo que controlamos não tem muito a ver com a real evolução das espécies, ambos admiram a maneira como o Spore aborda as grandes questões evolutivas com que os estudiosos se deparam actulamente, como a origem da complexidade. Embora seja muito difícil aplicar num computador a evolução de milhões de espécies durante milhões de anos, a matemática ajudou e muito a estudar a sua dinâmica, começando com simples equações no início do século XX. O uso de modelos científicos actuais, muito mais complexos e sofisticados, apoiados em inúmeros factos e trabalhando com muitas variáveis, a que chamam “game theory”, permite que os organismos evoluam usando diferentes estratégias que serão melhores ou piores face a factores como a selecção natural, a cooperação Humana ou as relações entre parasita e hospedeiro, por exemplo. A evolução não se resume a matar ou ser morto. Se acabarmos por ser um carnívoro, vai haver muitos mortos mas também a necessidade de criarmos alianças. Tal como na realidade, um dos factores que se vai tornando mais complicado ao longo do tempo, é o equilíbrio entre a cooperação e a competição. Esta complexidade organizacional permite-nos passar ao próximo nível. Para além do Dr. Near e do Dr. Plum, vários cientistas já experimentaram o jogo e a opinião é generalizada. É preciso que as pessoas não se confundam e não pensem que a evolução é como uma caminhada unidimensional, desde o ser unicelular ao inteligente, mas sim como uma árvore com milhões espécies, a crescer em diferentes direcções. Os pontos de DNA, não servem sequer de metáfora a uma evolução que se dá com o aparecimento de mutações que se espalham gradualmente pelas populações.
The Science Behind Spore
Dr. Plum: “There’s no progressive arrow that dominates nature.”
Dr. Near: “This may be totally off about how evolution works, but I’d much rather be dealing with a student who says, ‘O.K., I have no problem with evolution; I think about it the same way I think about gravity.’ If it does that, it’ll be great.”
terça-feira, 22 de abril de 2008
"Even sex without procreation is good, because it helps you ease tension"
Este post a bem dizer já vem com dois anos de atraso: em 2006 saiu The Witcher um RPG que apesar de não fazer (até ver!) sombra a títulos como Shadown of Amn ou Neverwinter Nights dá uma nova tónica ao conceito de RPG, com uma jogabilidade impressionante, gráficos de fazer fritar muita placa gráfica e uma história que apesar de não ser nenhuma obra prima não fica a dever nada a outros RPG que saíram nos últimos anos.
Fica aqui um filme do gameplay do jogo, para fazer salivar os mais viciados
História: 10, o facto da personagem convenientemente ter ficado sem memória é imperdoável. Para além disso o argumento é uma nova versão das mesmas coisas que andam a ser escritas desde que tolkien publicou O Senhor dos Aneis, já era tempo de deixar-mos elfos e anões em paz e criar novas raças para os RPG's de medieval fantástico.
Personagens: 13, não que os autores do jogo estejam sempre a meter água, mas muitas vezes levam as coisas para níveis excessivos de parvoíce, pior pior é a profissão de uma das personagens: Detective Privado.
Gráficos e jogabilidade: 20
Aquecimento da minha placa gráfica: 21
Apreciação global: 19, é sem duvida o melhor jogo que já experimentei em diversos domínios, apenas peca no facto da história por detrás do RPG não ser nada de mais e faltar às personagens carisma e originalidade me impede de dar nota 20 a este jogo.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
T2T est mort, vive LOTRO
As imagens apresentadas são tiradas do jogo. Este pode ser jogado decentemente com um pc normal, mas para quem tiver oportunidade de jogar com os detalhes no máximo garanto uma imersão difícil de superar.