sexta-feira, 13 de março de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Será um novo caso tipo Benjamin Button
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
A minha primeira vez...
sábado, 29 de novembro de 2008
O Zé gosta dos GNR, eu também gosto muito mas melhor ainda é ler o Reininho
O ípsilon de vez em quando lá vai surpreendendo a malta e por vezes consegue-se ler uma pérola como esta, do maior personagem da pop portuguesa dos últimos anos (O Variações foi curto), Rui Reininho em discurso directo.
O homem tripolar
João Bonifácio
A dada altura, Rui Reininho, falando de Belém (Lisboa), diz: "Isto é um sítio muito interessante e muito mágico, talvez daí eu tenha pirado um bocado tematicamente. Quis fazer um disco à antiga, conceptual mesmo. Há uma história do princípio ao fim."
Isto saiu-lhe numa longa conversa com o Ípsilon em Belém, a propósito de Companhia das Índias", 13 temas de pop aqui estranha, ali directa, e o primeiro disco de Reininho a solo em 53 anos de vida. Na escrita das canções, gente muito díspar entre si, que vai de JP Coimbra, dos Mesa, a Paulo Furtado, dos WrayGunn, passando por Rodrigo Leão.
O disco parece abordar uma estranha noção de "positividade" - e Reininho revelou na entrevista um inesperado interesse por gongos tibetanos, reikis e afins.
Na tarde em que nos sentámos para conversar, Reininho estava particularmente cansado, depois de uma noite a filmar um videoclip até às tantas. A entrevista, mais que debater o disco, acabou por versar as muitas máscaras de Reininho, a sua inquietude, algum comodismo que se havia abatido sobre a carreira, tudo discutido com uma frontalidade rara por cá.
Já está a morar aqui [em Belém] há algum tempo?
Há um ano. Vim fazer o disco para aqui. O disco tem uma coisa muito agradável para mim, que é aprender outra vez. Ter de ir a casa das pessoas, ir ao Estoril a casa da Margarida [Pinto, escreveu "Triste S" para este disco] e do [Miguel] Cardona, eles ali à lareira com o seu piano, ir a casa do Rodrigo Leão. Fui fazendo consultas. Depois combinava com o Armando [Teixeira, produtor] - que é um dos casos clínicos mais interessantes da nossa praça, um tipo que ouve muito, tem uma discoteca fantástica de vinil, com seis ou sete versões do "Hair" e discos do Festival de San Remo - para o dia seguinte. "Às onze a gente encontra-se", e ouvíamos isto e aquilo. Podia ter sido uma manta de retalhos, mas tem quatro ou cinco canções na "mouche", são pop, são coisas que eu sei fazer. Depois tem coisas em que me aventurei - se calhar é o meu futuro.
O facto de uma "major", a Sony BMG, ter entrado no processo alterou o disco?
Eles não exigiram nada. Eu tinha meia-dúzia de nomes com quem queria trabalhar, gente que admiro - e pelos vistos isso é mútuo. As canções são a visão que as pessoas têm de mim. O JP Coimbra [dos Mesa, escreveu "Lados B"] dizia: "Isto é um bocado Las Vegas, um bocado Elvis, é muito interessante vestir estas coisas todas." A parte unificadora foi a produção - deve ter sido difícil aquele homem conseguir um som. Isto não tem aquela carga do jovem que chegou à coisa, não tenho um projecto. 'O meu projecto é...' Oh ninos!, projectos é para arquitectos.
Agora há outra vez putos que não gostam de projectos, tocam e acabou. Uns são seus fãs, os Pontos Negros.
Mas esses têm uma igreja por trás, isso é muito importante. Eu agora pratico gongos tibetanos e "healing", faço gente levitar a cinco palmos do chão - eu digo isto e as pessoas não acreditam. É um poder um bocado como aquela hipnose de pôr 40 mil pessoas a cantar.
Mas está mesmo interessado nesse tipo de coisas?
Estou, porque existe mesmo essa energia.
Mas o que é que sabe fazer?
Não posso dizer no jornal, senão parecia o professor Bambo. São gongos e taças tibetanas de "healing", para curar depressões e não sei quê. Há aqui na zona um tipo que me diz: "Estás a viver na parte de cima de Pedrouços, que é o lado do Bem, a parte de baixo são os gajos da missa negra." Eu apanho os malucos todos, sou o gajo que entra no metro e vem o criminoso, o serial-killer, o arrependido, o gajo que se vai atirar para a linha e acabou de dar um desfalque.
Mas o que é que estava a acontecer na sua vida para se interessar por...?
Sofrimento, sofrimento grande. E gente que morreu. Amigos, namoradas que morreram, que foram levadas pela heroína, pela sida. A minha função é um combate aqui dentro. Ser o "Dr Optimista" [uma das canções do disco] da história. Ver um amigo meu como o Zé Pedro, que tem também uma luz do caraças, livrar-se do álcool e do pior dos infernos, ver o sorriso daquele homem... aquele tipo agora é um santo, só espalha o bem e a harmonia onde está. Essas são as personagens que nós precisamos.
É uma coisa geracional, a heroína entra cá pouco antes de a sida surgir.
Nos bons tempos podíamos ser promíscuos porque só havia herpes. Depois começámos a perceber que a vida mata. Este disco é sincero quanto a isso: tem um lado de palhaçada que eu assumo, que também é bom para me esconder, o gajo do turbante, da bola de cristal [Reininho refere-se ao imaginário do disco]. Até comprei a minha bola de cristal, levei-a para casa, pu-la em cima da casota do meu cão, a luz incidiu e ia armando um incêndio. Mas tem um lado sério: há anos que faço acupunctura, nunca mais tomei um antibiótico nem anti-inflamatórios, nem cigarros, nem bebidas brancas - é o meu apartheid.
Mas agora fez uma limpeza?
Isso é porque não aguento. Continuo a fazer espectáculos como fazia há uns anos, de uma hora e meia. Em Guimarães fiz duas horas de espectáculo com uma banda sinfónica, a cantar contra cento e tal gajos.
A voz está mais limitada do que antes, não?
Não, está mais aberta. Hoje é que estou cansado, nem devia estar a falar, porque ontem foi violentíssimo estar ali [a fazer o vídeo] até às cinco da manhã. Acabei a noite completamente louco a saltar por cima de carros como se fosse o Conde Drácula, ao som do "Turbina e Moça".
É uma das canções que parece desenhada para si.
E foi, porque o [New] Max escreve de outra maneira. É um gajo do hip hop lá de Leça, do surf.
Tem um lado "new wave".
Sim, mas isso são as coisas que eu vivi. Nos anos 1970 apanhei com a cena de Camden [bairro de Londres]. O Billy Idol apanhava o mesmo metro que eu. A gente ia comprar o mesmo que eles, dava um cheiro e uau uau uau uau [onomatopeia para 'aceleração']. Aquilo marcou-me muito. Gosto daquele "Come back to Camden" do Morrissey, é quase de ir às lágrimas. "Come back to Camden and I'll be good". Volta para casa que eu desta vez vou ser bom - já disse isso a muitas raparigas, elas já não acreditam.
Porquê só agora um disco a solo?
Só agora é que tive tempo. Antes queria era fazer um filme, depois percebi que não sei fazer. Ainda ontem [nas filmagens] estava com aquela curiosidade, a ver como é que funcionava a câmara. Foi incrível: às cinco da manhã, a equipa louca, raparigas em hipotermia e de repente vou buscar outra personagem - eu sou tripolar - e desato a saltar por cima de carros e a queimar coisas. Desaparece a personagem e mete-se na caixa - espero que não apareça durante uma semana.
As pessoas com quem trabalhou são sugestões suas?
É tudo gente que eu conheço. Há quem diga que o "Bem bom" está um bocadinho fora, mas vem do [espectáculo de versões] Companhia das Índias: eu comecei com versões e aquilo é a cristalização do espectáculo. O samba ["Faz parte do meu show"] foi o Nuno Espírito Santo que me disse para gravar, é uma música vagamente pedófila e perversa.
O "Bem bom" também parece muito delicada e é uma canção sobre...
Sim, sim, é um "one-night stand". É maliciosa. Nós começámos a ensaiá-la e toda a gente se ria. Aquilo deu muito trabalho. A ideia do cravo é ser "Ligações Perigosas", cruel. Quem também me deu a benção para este disco foi o Peter Murphy, que conheci, é um aristocrata, e que me disse: "Muito interessante". Falámos sobre vinhos, sobre Nova Iorque, ele conhece o John Cale, eu conheço o Ricardo Quaresma.
Ficou a ganhar. O que é que o levou a escolher estes tipos para compor?
Conhecia-os. O New Max fez a produção do "Revistados" [disco de homenagem aos GNR], conheci-o na altura e fizemos concertos com eles. Isto é gente que eu encontro no rock e digo: "Então pá, não sei quê, temos de fazer uma coisa juntos." Com o Rodrigo Leão estava sentado em casa dele, a almoçar, com os putos todos - tem três filhos maravilhosos - e ele disse: "Agora vamos ver o que fazemos".
Não tem um certo arrependimento por não ter construído esse tipo de vida que o Rodrigo Leão tem?
Tenho, porque perdi muito tempo, não estava nos aniversários, não dei a atenção devida. Claro que queria uma coisa assim. Tenho um puto maravilhoso ali em Santo Amaro de Oeiras, um miúdo aventureiro que quer ir comigo para as coisas, está com imensa curiosidade. É um anjo de um gajo que me conhece como ninguém. Mas eu sou um bocadinho intranquilo. Gostava era de deixar os telespectadores tranquilos e ir ao Botão, a esses sítios que estão a chamar por mim e deixar-vos em paz - mas antes queria resolver este disco a solo, esta coisa de que toda a gente me falava há anos.
Não se andava a sentir acomodado?
Sim, senti. Sentimos todos esse status quo. E acho que percebi que isto ia acabar, aquela indústria acomodada, preguiçosa e filha da mãe que faz reedições a 20 euros quando já houve vinil, já houve CD.
O Armando é um especialista naquela área lounge. Podia ter feito um disco todo num registo cabaret.
Sim, sim, isso era o que as editoras queriam, mas eu não quis. Havia o "Bem Bom" e podíamos ter feito só versões e se calhar vendia mais às senhoras nos salões. Esta história é arriscada: ser rebelde aos 17 também já fui, difícil é depois, como dizia o André Gide. Fazer ruptura quando já está tudo estabilizado é muito mais difícil.
[Um senhor de aspecto muito respeitável cumprimenta Reininho].
Como é que tem este lado de pessoa respeitável quando nos últimos 30 anos deve ter sido respeitável umas duas vezes?
As pessoas aceitam. Eu sou muito Conde Drácula: o conde não faz nada que não lhe deixem. Nunca usei a hipnose para os concertos - aquilo é uma histeria para os putos, uma hipnose, e depois aquilo passa, mas eu não exerço isso. Cada coisa é uma coisa: festa é festa, depois salta-se para outra personagem.
Mas tem muito isso de mudar de personagem?
Sim. Às vezes é um bocadinho incontrolável.
Na vidinha normal, isso não é complicado?
Não, é fantástico. Dão-me mais fiambre e tudo. Vou ao supermercado e dizem-me: "Gosto muito da sua música." Eu digo "Queria 200 gramas." "Ah, leve 400, não diga nada." Agora não como fiambre por causa da minha religião. Daqui até ao Natal vou ser judeu, que é para não me chatearem.
Isso acontece porque o país é muito pequenino. Por isso acabou por ficar como o provocador oficial, vai à Televisão, diz umas coisas.
Se reparares bem, eu já não tenho directos. Há uma censura implícita. Saem-me coisas muito sinceras, mas as pessoas não gostam muito de sinceridade. Neste meio há pessoas que eu preferia não conhecer. Mas tenho o prazer de estar a jantar com o Peter Murphy e de repente estar a passar ali em Vila Nova de Gaia e está o Quim Barreiros: "Ó bacano, anda cá para cima." E eu fui. Subo o monte e ele: "Cumé que cantas o caralho do 'Inferno'? É em sol?" E fizemos um encore, "E que tudo mais vá pró inferno lai lai la la". É fantástico, não é?
O que é que o atrai na disparidade desses universos?
Gosto daqueles gajos, sinceramente. As conversas mais divertidas que eu tenho sobre o business é a ouvir o Zé Cid a falar - ele não entrou neste disco porque não deu. "Vem a Santarém, pá, então agora andas a fazer música com essas gajas que ninguém conhece? Tens é de que andar com o grande cantor." E é verdade, ele é um grande melodista, num país a sério ele seria um Liberace.
Um Elton John.
Um Elton John, um melodista porreiro e que cresci a ouvir. Quando vi o Quarteto 1111 disse assim: 'Fogo, gostava tanto de ser aqueles gajos ali em cima', como o Mike Sargeant, téu néu néu [onomatopeia de guitarra], Tozé Brito, eu queria ser o Tozé Brito. E agora canto a música dele.
A do Peter Murphy conhece o John Cale e eu conheço o Quaresma, priceless.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Só para isto passar a média de um post por dia e chegar aos 31 e quem sabe até a mais, tomem lá uma dose de psicadélia

Em formato musical e visual. Do novo de Squarepusher - Just a Souvenir, editado pela Warp Records (Créme de la Créme da electrónica há 20 anos) e que pode ser descarregado por via ilícita através do rapidshare aqui. ou pelo megaupload.
Ponham o vídeo no modo écran inteiro.
Ah e pausem o leitor aqui ao lado.
Squarepusher - Planet Gear from Warp Records on Vimeo.
E metam umas drogas que tiverem aí à mão, antigripine também serve...
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Sábado 8 no Indústria Porto
Animals
Six arms and one leg
E já agora o poder interactivo do Youtube é tão grande que alguém teve a paciência para imitar o vídeo do Hitch hickers em barro.
A não perder (Eu acho que sim com muita pena) sábado naquela cave num centro comercial da Av. do Brasil.
Heidi Klum Rocks on Guitar Hero World Tour!

sábado, 1 de novembro de 2008
10 Grandes "Fake Bands" do Cinema e Televisão
Dr. Teeth & the Electric Mayhem
É a banda mais famosa da lista. Deu música durante muitos anos a crianças de todo o mundo no programa The Muppet Show e nos filmes da série. Dr. Teeth (à esquerda) é o líder da banda rock marreta que tem na bateria o membro mais famoso, Animal, o único que faz parte do elenco principal dos Muppet Babbies.
A Boys Band de South Park. O Cartman sonha que vão ser eles a próxima sensação musical do país o que os faz ganhar a admiração de milhares de mulheres bonitas e ainda 10 milhões de dólares. Convencido tratar-se de uma mensagem de Deus, não descança enquanto não a realiza. Até a Wendy entra na banda porque uma Boys Band que se preze tem cinco elementos. O significado do nome da banda só o Kenny é que sabe, uma vez que os outros não se acreditam nele e pensam que fingerbang é o gesto de fazer uma pistola com a mão.
O filme chama-se Les Triplettes de Belleville ou Belleville Rendez-Vous e é um dos filmes de animação mais invulgares dos últimos anos. Sylvain Chomet fez um excelente trabalho sendo nomeado, em 2004, para melhor filme de animação e melhor música. Champion foi criado pela avó, Madame Souza (à direita), e realizou o seu grande sonho de poder competir no Tour de France, pelo menos até ser raptado a meio. A avó e o seu cão Bruno partem então em busca de Champion, numa aventura épica em que são ajudados por 3 velhotas que formam um bizarro trio de jazz, e enfrentam a máfia francesa e até o Padrinho.
Richard Linklater deixa o indie para realizar The School of Rock em 2003 com argumento de Mike White, e valeu a pena. É um grande filme para canalha (e resto da família) que aborda o tema da música (rock) como poucos, duma forma simples e eficaz, o que levou Linklater a aceitar o projecto. Jack Black (deu aqui o grande salto na carreira) é um wannabe rockstar e um músico pouco genial que se faz passar por professor substituto numa escola preparatória e tenta transformar a turma numa banda rock para competir no "Battle of Bands" que se avizinha. Eles são os No Vacancy.
This Is Spinal Tap é um documentário de 1984 sobre uma banda rock dos anos 70. Rob Reiner assina este mockumentary ou rockumentary, como já foi chamado, que se trata duma sátira às grandes bandas rock da altura, num registo cómico inteligente e subtil. Muita gente chegou a pensar que a banda existia mesmo. Talvez o maior fime de culto da lista.
Um miúdo do secundário tem a oportunidade de escrever um artigo para a Rolling Stone sobre uma banda rock dos finais de 60, os Stillwater, enquanto os acompanha em digressão e nasce para vida. O filme é de 2000, chama-se Almost Famous, ganhou o óscar de melhor argumento e é provavelmente a melhor criação de Cameron Crowe, talvez também por ser semi-autobiográfico.
The Simpsons, claro. Os Be Sharps eram um quarteto formado por Skinner, Homer, Barney e Apu (da direita para a esquerda), com uma história estranhamente similar à dos Beatles, que lançaram um albúm em 1985, atingiram um enorme sucesso a nivel nacional e ainda ganharam o grammy para "Outstanding Soul, Spoken Word, or Barbershop Album of the Year". Em vez do Barney, que se revelou um grande tenor, era para fazer parte do quarteto o chefe Wiggum, mas era muito Village People.
The Carrie Nations é uma banda de rock'n'roll que se muda para Hollywood com a finalidade de atingir um maior sucesso comercial. A banda soul psicadélica dos finais de 60, recentemente chegada a Los Angeles, vê-se rapidamente inserida no mundo do sexo e dasdrogas. O filme é de 1970, chama-se Beyond the Valley of the Dolls e é uma das comédias eróticas, ou soft-porn vá, de Russ Meyer mais conhecidas.
The Rutles: All You Need Is Cash de 1978, é uma paródia à Beatlemania e aos muitos documentários feitos sobre eles. Este documentário criado pelo Python Eric Idle, segue a carreira dos Fab-Four: Dirk, Barry, Stig e Nasty, desde o seu ínicio em Liverpool, até ao sucesso mundial.
Tim Blake Nelson, George Clooney e John Turturro fogem da prisão e formam esta banda folk quase sem querer, ao gravarem o single "Man of Constant Sorrow" que vai ser um sucesso na rádio. O filme é a aventura homérica dos Coen, O Brother, Where Art Thou? de 2000. Pena a foto ser foleira, nem têm as barbas...quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Judas Priest, Megadeth e Testament


A novidade é a Priest Feast, uma digressão que conta com as três bandas e que vai precorrer a Europa em Fevereiro e Março. A novidade foi adiantada pelo Blitz. Segundo o site oficial dos Megadeth, a digressão passa por Portugal dia 17 de Março de 2009 no Pavilhão Atlântico. Quem estiver interessado vai poder comprar os bilhetes a partir de 21 de Outubro.

terça-feira, 21 de outubro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Radiohead e Tuga Rock
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
MUSIC BOX
Charlie Parker - Koko
Coleman Hawkins - Body and Soul
Dizzy Gillespie - A Night in Tunisia
Django Reinhardt - Djangology
Duke Ellington - Take the "A" Train
Miles Davies - So What
Stan Kenton - Artistry in Rhythm
Sun Ra - Angels and Demons at Play
Thelonious Monk - Brilliant Corners
domingo, 21 de setembro de 2008
A Silver Mt. Zion
Stumble Then Rise On Some Awkward Morning
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Meninas bonitas no cinema.........e também na música.
Então vamos ao que interessa, estas duas chicks são abertamente e altamente fodíveis.
Uma toda a gente conheçe, ver uns posts mais abaixo, e tem a plena consciência de ser um ser muito sexual, logo fodível e fodante. Deu-lhe para fazer umas cantorias, começou com os Jesus & Mary Chain em Coachella o ano passado e depois juntou-se ao David Sitek dos TV On Radio e fez um álbum de versões shoegaze de Tom Waits, só boas companhias para quem até já entrou num vídeo do Justin Timberlake. Senhoras e Senhores Scarlett Johansson - cantora:
Novo Álbum dos Zeppelin?
Immigrant Song - Austrália 1972
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Hard Club de Regresso
Até que enfim uma boa notícia para a cidade do Porto. O Hard Club está de regresso e vai ocupar o espaço do Mercado Ferreira Borges. Leiam a notícia e mais pormenores aqui.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Só porque sim
Trailer
Continuando no espírito rockeiro miserável, fica a recomendação desta semana. E também para não dizerem que eu só ouço martelinhos e sininhos.
Luminarium do trio Tape é simplesmente belo e mais não digo.
Podem sacar aqui ou se forem mais "legais" ouvir excertos e comprar aqui na Boomkat melhor loja on-line.
Já agora e numa de martelos, quando andava à procura do trailer do Introspective encontrei esta pérola dos anos 90. Um Clássico.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Gui Boratto em Portugal
Pois bem, de regresso a Portugal para 2 datas, amanhã véspera de feriado e de revoluções no Porto no récem aberto club Gare, ali mesmo à beira da gare de S.Bento, e dia do trabalhador no Lux em Lisboa, também pertinho da ferrovia nacional, está o grande Gui Boratto. Para quem anda nas lides dançantes a música deste brasileiro já faz parte da banda sonora pessoal à algum bom tempo, seja nos cds que andam no carro, seja em festas em bons clubs ou seja ao vivo, como por exemplo na fantástica actuação no Anti-Pop 2007. E o Chromophobia é um álbum do car****. Aos outros fica aqui o vídeo magnífico de uma música fantástica, daquelas que convençem até os mais cépticos em relação à música dançante.
gui boratto beatifull life
Digam lá que o vosso dia não ficou mais bonito!
What a beautiful life, what a beautiful world!
Myspace
Vídeos do Anti-Pop 2007
1, 2, 3, 4, 5
terça-feira, 22 de abril de 2008
Pop solarenga em dia de chuva
E hoje tem-me sabido bem ouvir esta musiquinha desta querida sueca de Estocolmo que se chama Lykke Li e tem um álbum deste ano chamado Youth Novels, que pode ser descarregado aqui. Esta é o vício da tarde e chama-se Little Bit.
Myspace da menina.
sábado, 19 de abril de 2008
Música para o fim de semana
El Guincho
EL GUINCHO - Kalise
“A festa de despedida no porto de Lisboa estava cheia. Playboys e ancas jeitosas, marinheiros e oficiais despenteados, urbanos e campónios, populares e clássicos, modernos e antigos, bêbedos e alegres, tristes e melancólicos, uns dançam, outros tocam, alguns vivem, uns são convidados, outros aparecem por lá e todos fazem parte dessa mesma eternidade. Uns ficam, outros já se foram.
Com o subir da lua chega a hora do adeus, dos beijos, das facadas, dos abraços e das desgraças, as luzes do porto apagam-se, a algazarra dissipa-se, o som do baile entregou-se às gaivotas, o cheiro a rio invade as ruas até cá cima, e ao longe, no silêncio deste Tejo, navegando sob águas calmas, o Lusitânia partiu.
Uma silhueta negra acabou de passar a barra, é um barco, que ninguém sabe para onde vai.”
Lusitânia Playboys já está disponível nas lojas em edição especial, incluindo um DVD com curtas subordinadas à temática, com concerto ao vivo e mais outras preciosidades. Eu ainda não comprei mas desta vez acho que não vou ceder à tentação da pirataria. De referir que vão andar pelas fnacs do país em digressão e por mais alguns sítios, incluindo uma data no Passos Manuel no Porto, é só checkar o myspace.
Já agora fica aqui o vídeo de Putos A Roubar Maçãs.