domingo, 10 de agosto de 2008

Um site a conhecer

http://rumandmonkey.com/widgets/

Eu acho que este site é tão bom, mas tão bom mesmo que nem seria preciso por mais nada!

Acabo de descobrir que se fosse um Genocida Famoso era o Arial Sharom e se fosse um Robot era o Bender! enfim, há também uma ENORME secção com geradores de nomes. Podemos ficar a saber qual o nosso nome de porn star, o nome de gatinho felpudo, o nome de mafioso, enfim tudo e mais alguma coisa!!!!

É fantástico! Ou por outro é tão parvo que se torna genial!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

7 Novidades em Trailer

Para começar, o novo filme da Pixar que tem arrancado elogios por toda a parte. Depois de Finding Nemo, The Incredibles, Toy Story entre outros, surge a história de WALL-E, um robot de recolha de lixo que fica sozinho na Terra a limpar os restos dos produtos vendidos pela multinacional Buy N Large, depois de toda a gente ter abandonado o planeta. Dizem ser do melhor que já se viu em animação e é já o principal candidato ao Óscar.

WALL-E


Depois de ganhar o óscar com o argumento de American Beauty e de assinar uma das séries mais marcantes dos últimos anos: Six Feet Under, Alan Ball adapta o romance de Alicia Erian e estreia-se na realização com Towelhead ou Nothing Is Private.

Towelhead


Continuando nas adaptações e com mais uma estreia na realização, Clark Gregg trás-nos Choke, do livro homónimo de Chuck Palahniuk, que escreveu o alucinante Fight Club e do qual, a adaptação de Invisible Monsters, se encontra já na calha para 2010.

Choke


Guy Ritchie volta à temática que o tornou conhecido, com Snatch e Lock, Stock and Two Smoking Barrels, o crime. Os ingredientes habituais, da acção à comédia, parecem estar todos lá:

Rocknrolla


O humor escatológico de Kevin Smith desce sobre Seth Rogen e Elizabeth Banks nesta comédia romântica em que dois amigos de infância resolvem fazer um filme porno.

Zack and Miri Make a Porno


O tri-óscarizado Oliver Stone também está de volta com W., a história de George W. Bush, que é interpretado por Josh Brolin (dizem que muito bem) acompanhado de grande elenco. Ah... e é uma comédia dramática, que mais podia ser...

W.


The Curious Case of Benjamin Button é novo de David Fincher, com Brad Pitt e Cate Blanchett num misto de mistério, fantasia e romance, mas só por altura do Natal.

The Curious Case of Benjamin Button


sexta-feira, 1 de agosto de 2008

The Sopranos



A mafia italiana ou cosa nostra como lhe queiram chamar já faz parte há uma série de anos da cultura popular e a sua iconografia reproduzida e imitada em todo o lado. Desde a Trilogia do Padrinho até aos Wise Guys do Godfellas, Nova Iorque e a cultura italoamericana fazem parte do melhor cinema americano e já há algum tempo da Televisão. A Culpa é de The Sopranos, possivelmente a melhor série de todo o sempre.
Criada em 1999 por David Chase, ao longo de 6 temporadas, 86 episódios de cerca de 1 hora cada, a saga da família Soprano bateu forte em todos aqueles que a viram, êxito de público e de crítica, alguns chegaram mesmo a considerá-la (e atenção que é o NY Times) "[The Sopranos] just may be the greatest work of American popular culture of the last quarter century." Ora a esta hora poucas pessoas no mundo ocidental nunca terão ouvido falar em Tony Soprano e a sua entourage mas como em Portugal passou um bocado desapercebida e com pouco destaque (merecia horário nobre em qualquer TV mas pronto), deixo aqui uma pequena descrição.
Basicamente é assim, Tony sempre pertenceu a uma família de mafiosos, o seu pai era mafioso, o seu tio era mafioso, os seus amigos eram mafiosos, logo ele também é mafioso. No ínicio ainda não é o big boss ou capo (aprende-se os termos técnicos todos) da família que domina grande parte de New Jersey (incluindo Newark mas referências portuguesas quase nenhumas, não devemos ser grandes mentes criminosas) mas as circunstâncias mudam e dá-se um confronto de poder. A partir daqui temos um retrato fabuloso não só sobre o submundo do crime (que já não é tão submundo quanto isso), sobre a gestão de equipas (há livros de gestão, best-sellers, baseados nas tácticas de T.S.), sobre a família e os seus valores, sobre a emigração e integração, sobre a ganância e o dinheiro e o excesso e o poder, sobretudo sobre a América.
Claro que há violência, muita até, e há sexo, montes, e drogas, também, o clássico do mundo do crime e depois há uma vida familiar que se quer normal (Tony é casado com a sua namorada do liceu e tem 2 filhos, uma mansão e é um exemplar pai de família) mas onde também podem ocorrer matricídeos e filicídeos e, onde existe humor e amor, onde existem pessoas que se encontram e chocam entre si como no mundo real. Uma autêntica orgia psicológica, ah já me esquecia o Capo como qualquer americano no século XXI anda depressivo e a fazer terapia. E pronto se quiserem uma dissertação mais profunda, procurem na wikipédia ou no imdb ou paguem-me aqui uns copos. Ou vejam este excelente artigo na Vanity Fair e as fotos da Annie Leibovitz já agora(esta para quem já viu chama-se "sleeping with the fishes").
Agora falando dos actores que são fantásticos, James Gandolfini é um senhor e Tony só não é o melhor mafioso de sempre porque pá o Marlon Brando... Depois a Mrs. S, Carmela Soprano também fantástica, os filhos que crescem com a série, o Michael Imperioli, o tipo que faz de Paulie, o gajo que toca com o Bruce Springsteen, a psicóloga, até o Steve Buscemi entrou e inclusive escreveu, um cast de luxo, não sendo estranho que quase todo o elenco já tivesse feito filmes de máfia (a maioria em Godfellas).
Eu é só bajulações mas é daqueles casos em que pronto contra factos....



PS:Em jeito de oferenda, quem quiser pode fazer o download deste ficheiro, onde encontrará toda a série em links de rapidshare. Também me podem pedir a mim, que eu arranjo em Divx. Que pena que quando estava baratinha na Worten não me apeteceu comprar...

http://rs386l3.rapidshare.com/cgi-bin/upload.cgi?rsuploadid=148670413132480277



Sugestão para a silly season a quem não possa passar as noites na esplanada.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Horror Movies

Apesar de ser dos géneros que menos atenção dou, tenho que concordar com o mestre Stephen King, que escreveu recentemente para o Entertainment Weekly, sobre o porquê dos filmes de menor orçamento assustarem mais que os outros. Transcrevi para poderem opinar:

"While walking back to my Boston hotel after a surprisingly well-attended Tuesday afternoon showing of Bryan Bertino's horror thriller The Strangers, I found myself musing on what's scary and what's not. Whatever it is, The Strangers had enough of it to do incredibly well at the box office. But what makes such a little film with only one star (Liv Tyler) work in the first place? That the question interests me shouldn't amaze anyone, since I've worked in the scare-'em-silly field for years. And it must be of vital interest to Twentieth Century Fox, which this summer releases two movies in the genre with much higher budgets: The Happening and The X-Files: I Want to Believe. The Happening was better than I expected, but it wasn't as scary as The Strangers. As for The X-Files (out July 25)? Children, I have my doubts.

One thing that seems clear to me, looking back at the 10 or a dozen films that truly scared me, is that most really good horror films are low-budget affairs with special effects cooked up in someone's basement or garage. Among those that truly work are Carnival of Souls, Halloween, The Texas Chainsaw Massacre, Night of the Living Dead, and The Blair Witch Project. All cost almost nothing to make and earned millions, while their sequels and remakes were crap (Dawn of the Dead in both its incarnations being the exception that proves the rule).

Horror is an intimate experience, something that occurs mostly within oneself, and when it works, the screams of a sold-out house are almost intrusive. In that sense, a movie such as Blair Witch is more like poetry than like the ''event films'' that pack the plexes in summer. Those flicks tend to be like sandwiches overstuffed with weirdly tasteless meat and cheese, meals that glut the belly but do nothing for the soul. Studio execs, who not only live behind the curve but seem to have built mansions there, don't seem to understand that most moviegoers recognize all the bluescreens and computer graphics of big-budget films and flick them aside. Those movies blast our emotions and imaginations, instead of caressing them with a knife edge."

Se pensarmos bem, não há actualmente grandes nomes da representação associados ao cinema de terror como havia antigamente, quando ainda não se falava em "low" ou "high budget". Nomes como Boris Karloff e Bela Lugosi pontificavam em filmes dos incontornáveis James Whale e Tod Browning como Frankenstein ou Drácula. Do outro lado do Atlântico, de mãos dadas com o expressionismo alemão, F.W. Murnau, Fritz Lang e até Robert Wiene mostravam-se autênticos visionários do género, com obras-primas que ficaram para a história, como é o caso de Nosferatu, O Testamento do Dr. Mabuse e o Gabinete do Dr. Caligari. Mais tarde, Vincent Price e Christopher Lee eram a cara do terror nos Estados Unidos e até Alfred Hitchcock e Ingmar Berman fizeram a sua incursão no género tal como outros grandes realizadores. Mais tarde apareceram vários cineastas de culto, com um vasto número de seguidores como é o caso de John Carpenter, George A. Romero, Dario Argento, Sam Raimi, Peter Jackson, David Cronenberg ou Wes Craven que com reduzidos orçamentos faziam as delicias do público. A política do mainstream levou alguns deles e a muitos outros a fazer cinema medíocre, que nem as "massas" gostam, levando a autênticos fiascos de bilheteira. Irá o Wes Craven realizar o Scream 4? O Sam Raimi o Spiderman 4? Julgo que foi o Hitchcock que disse, que o segredo para assustar estava no que não se via, coisa que não se vê na maioria do terror que é feito hoje, e que vai de encontro com a posição do Stephen King.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Starz Bunnies e How It Should Have Ended

Segundo o Wikipédia:

"A paródia é uma imitação, na maioria das vezes cómica, de uma composição literária, em outras palavras é uma imitação burlesca. Ela surge a partir duma nova interpretação, da recriação de uma obra já existente e, em geral, consagrada. O objectivo da paródia é adaptar a obra original a um novo contexto, passando diferentes versões para um lado mais despojado, e aproveitando o sucesso da obra original para passar um pouco de alegria."

Graças a isto, já nos rimos até cair e não foi só com a literatura. Existem muitos sites pela net fora que parodiam mil e um artistas e obras conhecidos. Têm aqui dois porreiros a gozar com o cinema.

O Starz Bunnies são resumos de 30 segundos de filmes conhecidos, onde todas as personagens são coelhos. Têm aqui o The Shining:



O How It Should Have Ended mostra-nos como os filmes deveriam ter acabado, na óptica dos criadores. Está aqui o Braveheart:


domingo, 13 de julho de 2008

O Colosso de Maroussi

Apesar de uma obra menos conhecida de Miller (Trópico de Câncer, Trópico de Capricórnio, Primavera Negra, Sexus, Plexus, Nexus, entre outros), publicada em 1941 durante a Segunda Grande Guerra, trata-se duma viajem fascinante pela Grécia, que se refaz ainda da ocupação do Império Otomano de há mais de um século, na altura, e também pela Grécia Antiga, à medida que vai relatando os dois anos que por lá passou. Durante a sua estada, Miller vai visitar os mais diversos locais e cruzar-se com as mais variadas personagens, enquanto se revela um grande apaixonado pelo Povo e um fervoroso admirador do seu passado. Miller resolve ir para a Grécia depois de ser contagiado por uma rapariga que morava com ele em Paris; nas suas palavras: “Esta rapariga não é exactamente uma narradora de histórias, mas é uma artista de qualquer espécie, porque ninguém jamais me transmitira tão completamente a atmosfera de um lugar como ela me transmitiu a da Grécia”. Deixou a América e encontrou-se com o seu amigo, e também escritor, Lawrence Durrell, em Corfu, que o apresentou, entre outras figuras inesquecíveis, a Katsimbalis (o “Colosso de Maroussi”), um enorme contador de histórias. Pode não ser dos seus melhores livros, mas como disse Edmund Wilson, um famoso crítico literário, “É diferente de tudo o mais que alguma vez se escreveu antes acerca da Grécia. Miller é um escritor nato e vê as coisas como mais ninguém as vê”. Em suma, para quem gosta do autor e para quem foi, ou vai, à Grécia; pena já ser de 41... Nota - 3/5

quarta-feira, 9 de julho de 2008

A culpa é da televisão!

Meus amigos, já lá diziam os americanos: A CULPA É DA TELEVISÃO!

Como podemos pensar que este país vai a algum lado, como podemos querer ter bons alunos e bons empresários se o português médio que vê uma ou duas horas de televisão por dia acaba martelado com coisas como a Catarina Furtado de vestido de noite na cova da moura ou o sabe mais que um fedelho de dez anos ou aquele novo programa do herman que consiste em ver se se conhece ou não a letra de grandes musicas como "afinal havia outra" ou "el rei dom sebastião"?

Os malucos do riso já deixaram mais velhinhos em estado catatónico do que todo o valium prescrito pelos médicos de familia e endireitas deste pais! A quadratura do circulo e o prédio do vasco por pouco não provocaram um suicidio colectivo em Vale da Moina, Ribatejo.

Já para não falar do que as telenovelas da TVI e os programas da manhã do canal 1 têm feito às pobres capacidades de raciocinio do português mediano! Quantos casamentos não são destruidos pelo decote da.... da..... daquela rapariga que aparece com o jorge gabriel ou até pelo erótico rebolar de banha do gordo do preço certo: " Então dona Amélia qual é o preço certo desta moto 4?".

Por isso deixo aqui ficar este video, como ideia para o que é humor televisivo a sério!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Quero o meu dinheiro de volta!


Ontem finalmente aluguei o último filme de Tim Burton: Sweeney Todd. E abismado assisti ao que será de longe o pior filme deste realizador e com toda certeza um dos piores filmes que já vi até hoje. Pronto! É um musical! mas ao fim da primeira cena vamos descobrir que as musicas são pura e simplesmente más, são banais enfim parecem mais coisa de uma revista à portuguesa. Mas ainda assim... isto é um filme de Tim Burton vamos ver uns bons efeitos visuais, personagens bem trabalhadas e carismáticas.... Não! Os efeitos visuais do filme são mais ou menos os mesmos de um filme do Bruce Lee, em que o sangue esguicha e as animações por computador parecem acabadinhas de sair de um filme com 10 ou 15 anos. Quanto às personagens... por muito boas que sejam as interpretações as musicas fora de tempo aniquilam qualquer tentativa de emprestar sentimento à acção e depois o argumento trata do resto.

A história do filme é o pedaço de escrita com menos imaginação que eu vi desde que li o Amor de Perdição, é a repetição da fórmula batida do individuo que volta do degredo para se vingar do homem que lhe deu cabo da vida, e como isto era simples de mais optou-se por matar um enorme numero de pessoas numa cena que não é mais que uma montagem ao estilo do Rocky e picar os cadáveres para usar essa carne em empadas. Sim o filme é isto!

O melhor desta longa metragem (aborrecidamente longa por sinal) é que os personagens morrem todos no final. E isto é a melhor parte porque assim de certeza que não vai haver um Sweeney Todd 2 - Picando Pessoas e Cantando Mal.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Cinemateca no Porto

O prometido post acerca de Os Sopranos vai andando, esta semana ainda posto isso. Entretanto anda a circular na net uma petição para abrir uma extensão da Cinemateca na cidade do Porto. Como cinéfilo e morador nesta cidade, cada vez menos fã de cinema, aconselho a assinar e a ver se isto dá nalguma coisa. Fica aqui o link.

http://www.petitiononline.com/Circuito/

domingo, 1 de junho de 2008

Votações 05/08

Aqui estão os resultados de Maio. Para começar, e apesar de já se saber que ganhou a Manela:

O próximo líder do PSD devia ser: Pedro Passos Coelho com 44% dos votos.

O novo acordo ortográfico: é normal, chama-se evolução da língua com 50 % dos votos.

Eu sou um(a) Gajo(a): Nestum com 44% dos votos.

O Melhor filme do Kubrick é: 2001 Odisseia no Espaço com 45% dos votos.

A minha série preferida já foi: MacGyver com 41% dos votos.

A pessoa mais triste da TV é: Maya com 33% dos votos.