O festival Black & White está de volta. Organizado pela Universidade Católica Portuguesa, vai já para a sexta edição e vai decorrer entre os dias 22 e 25 de Abril de 2009. Este festival tem ganho ano após ano maior relevo a nível internacional, uma vez que é o único que mundialmente festeja, pelo sexto ano consecutivo, a arte criada a preto e branco. O festival audiovisual divide-se em 3 categorias: vídeo, aúdio e fotografia. Quem quiser participar tem que entregar os trabalhos até dia 20 de Fevereiro. Para se informarem acerca da inscrição e do regulamento basta clickar na imagem em baixo.quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Festival Black & White
O festival Black & White está de volta. Organizado pela Universidade Católica Portuguesa, vai já para a sexta edição e vai decorrer entre os dias 22 e 25 de Abril de 2009. Este festival tem ganho ano após ano maior relevo a nível internacional, uma vez que é o único que mundialmente festeja, pelo sexto ano consecutivo, a arte criada a preto e branco. O festival audiovisual divide-se em 3 categorias: vídeo, aúdio e fotografia. Quem quiser participar tem que entregar os trabalhos até dia 20 de Fevereiro. Para se informarem acerca da inscrição e do regulamento basta clickar na imagem em baixo.quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Cheech and Chong e as Eleições
Os maiores pode heads dos 70's também têm direito de voto e como figuras públicas têm o dever de deixar um incentivo à comunidade.
See more CheechAndChong videos at Funny or Die
Dope, dope, dope. São eles os inventores do "dope movie". Up in Smoke e Nice Dreams são os mais conhecidos, com argumento escrito por eles. Não são comédias de top mas dá para dar umas risadas com esta dupla que na altura era do mais original que havia. Muitos filmes se seguiram (geralmente maus) com notória influência da dupla Cheech Marin e Tommy Chong. Ah, e também faziam espectaculos, acho que se pode dizer de stand-up (talvez não neste caso), aqui fica Ralph and Herbie para ver ou rever.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Mort Sahl
Mort Sahl nasceu no Quebec a 11 de Maio de 1927 e é um dos grandes pioneiros do género. Começou a actuar em San Francisco, ainda nos anos 50, num nightclub chamado Hungry i. O sucesso do material que apresentava baseava-se na actualidade do seu humor que era marcadamente político. Fazia até parte da sua imagem habitual, um jornal debaixo do braço, donde começava por ler alguns cabeçalhos. Sahl que se tornava a passo e passo uma figura nacional, acompanhou os mandatos de Eisenhower e do seu vice Nixon, mas foi proibido de aparecer mais tarde, a criticar as politicas de J.F. Kennedy (de quem era amigo íntimo, tendo até escrito várias piadas para os seus discursos), o que o afastou da televisão durante esses anos. Com a morte de Kennedy, Sahl virou-se ainda mais para a crítica política e foi um dos maiores interessados em descobrir tudo por trás do atentado. Com tudo isto foi parar à lista negra, todos os seus espectáculos foram cancelados e perdeu grande parte do seu público. Mas os anos 70 estavam quase aí e o fenómeno da contra-cultura trouxe-o de volta. Também é grande amigo do Hugh Hefner que lhe apresentou a sua ex-mulher e ex-playmate, China Lee. Nos anos 80 apontou baterias a Reagan (que também era seu amigo) e há umas semanas, com 81 anos, apareceu a comentar as eleições de hoje nos EUA, é o último vídeo do post. Para terminar, só dizer que foi uma grande influência para grandes nomes da comédia, alguns já aqui falados, como George Carlin, Chris Rock, Woody Allen, Lenny Bruce, Jay Leno ou Bill Hicks. Woody Allen chegou mesmo a dizer que talvez não chegasse a ser comediante se não tivesse o exemplo de Sahl que atingiu o sucesso com humor inteligente. Segundo ele Sahl teve tanto impacto na comédia, como Charlie Parker no jazz.
Steve Allen Show - 1960
Hungry i Reunion
A Tribute to Mort Sahl
Countdown with Keith Olbermann
Steve Allen Show - 1960
Hungry i Reunion
A Tribute to Mort Sahl
Countdown with Keith Olbermann
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Gonzo: The Life and Work of Dr. Hunter S. Thompson

Alex Gibney, que ganhou este ano o óscar para melhor documentário com Taxi to the Dark Side (um olhar sobre a política Bush no Afganistão, Iraque e Baía de Guantanamo, com especial incidência num taxista afegão que foi torturado e assassinado em 2002), prepara-se para lançar já em Dezembro, Gonzo: The Life and Work of Dr. Hunter S. Thompson. Como dá para preceber é mais um documentário, desta feita biográfico, sobre o jornalista mais marado dos States, com clips nunca antes vistos ou ouvidos, vídeos caseiros, cassetes áudio e manuscritos que ficaram por publicar, sobre o pai do jornalismo Gonzo. Hunter Stockton Thompson tornou-se desde cedo um adolescente problemático. Filho de pais alcoólicos, foi preso por roubo e obrigado a alistar-se na Força Aérea onde começou a trabalhar como jornalista. Mais tarde estudou escrita na Universidade de Columbia e teve uma série de empregos donde foi despedido, invariavelmente por insubordinação, numa altura em que o seu estilo de vida se inspirava no da Beat Generation. Tornou-se freelancer, andou pela América do Sul e Central, e atingiu o primeiro grande sucesso em 1965. Passou um ano no seio do famoso grupo de motoqueiros fora-da-lei de San Francisco, os Hell's Angels, e escreveu um livro que retrata o gang até ao osso e que é considerado um clássico do Novo Jornalismo.
Como membro da contra-cultura e da comunidade hippie de San Francisco, a segunda metade dos anos 60 trouxe as drogas (para juntar ao alcoól), nomeadamente o LSD e a mescalina, o que não demorou a originar o extravagante estilo Gonzo. O primeiro artigo foi publicado em 1970 para a revista Scandal's Monthly. Hunter tinha sido contratado para cobrir uma corrida de cavalos que acontecia há mais de 100 anos na sua cidade natal, Louieville. Apanhou uma borracheira de 4 dias, nem chegou a saber quem ganhou a corrida, mas escreveu na mesma o artigo onde criticava acidamente a sociedade sulista dos Estados Unidos, cheio de interferências do autor, sem ojectividade jornalistica e sem se distinguir entre autor e sujeito da narrativa. Estava iniciado o jornalismo Gonzo, sem distinção entre autor e sujeito e entre ficção e não-ficção. Depois começou a trabalhar para a Rolling Stone, tornou-se num dos maiores críticos de Nixon e mais tarde de Bush. Chegou a ser preso por posse de drogas, já nos anos 90, altura em que vivia recluso num sitio fortificado perto de Aspen e deu um tiro de espingarda na cabeça no dia 20 de Fevereiro de 2005. Durante todos estes anos sempre escreveu artigos, ensaios, contos e até romances. Talvez o mais conhecido seja o Fear and Loathing in Las Vegas que já foi adaptado por duas vezes ao cinema. A segunda versão, e melhor, realizada pelo visionário Terry Gilliam tornou-se um filme de culto, com Johnny Depp no papel de Raoul Duke (alter-ego the hunter) acompanhado de Benicio Del Toro, a caminho de Las Vegas com a mala do carro cheia de cocaína, LSD, erva, éter, mescalina e uma grande variedade de ácidos. Outro livro dele, The Rum Diary, também vai ser adaptado ao cinema, e é o seu amigo Depp que anda a tratar disso. De volta a Alex Gibney e ao seu documentário (também é o Depp o narrador), não é o primeiro sobre Thompson, é verdade, mas quem já viu diz que vale bem a pena. Tomem lá com o trailer.
Como membro da contra-cultura e da comunidade hippie de San Francisco, a segunda metade dos anos 60 trouxe as drogas (para juntar ao alcoól), nomeadamente o LSD e a mescalina, o que não demorou a originar o extravagante estilo Gonzo. O primeiro artigo foi publicado em 1970 para a revista Scandal's Monthly. Hunter tinha sido contratado para cobrir uma corrida de cavalos que acontecia há mais de 100 anos na sua cidade natal, Louieville. Apanhou uma borracheira de 4 dias, nem chegou a saber quem ganhou a corrida, mas escreveu na mesma o artigo onde criticava acidamente a sociedade sulista dos Estados Unidos, cheio de interferências do autor, sem ojectividade jornalistica e sem se distinguir entre autor e sujeito da narrativa. Estava iniciado o jornalismo Gonzo, sem distinção entre autor e sujeito e entre ficção e não-ficção. Depois começou a trabalhar para a Rolling Stone, tornou-se num dos maiores críticos de Nixon e mais tarde de Bush. Chegou a ser preso por posse de drogas, já nos anos 90, altura em que vivia recluso num sitio fortificado perto de Aspen e deu um tiro de espingarda na cabeça no dia 20 de Fevereiro de 2005. Durante todos estes anos sempre escreveu artigos, ensaios, contos e até romances. Talvez o mais conhecido seja o Fear and Loathing in Las Vegas que já foi adaptado por duas vezes ao cinema. A segunda versão, e melhor, realizada pelo visionário Terry Gilliam tornou-se um filme de culto, com Johnny Depp no papel de Raoul Duke (alter-ego the hunter) acompanhado de Benicio Del Toro, a caminho de Las Vegas com a mala do carro cheia de cocaína, LSD, erva, éter, mescalina e uma grande variedade de ácidos. Outro livro dele, The Rum Diary, também vai ser adaptado ao cinema, e é o seu amigo Depp que anda a tratar disso. De volta a Alex Gibney e ao seu documentário (também é o Depp o narrador), não é o primeiro sobre Thompson, é verdade, mas quem já viu diz que vale bem a pena. Tomem lá com o trailer.E por falar em eleições Americanas
Black Bush
Afinal o Obama não vai ser o primeiro negro a ser Commander & Chief dos US of A. Parece que o Oliver Stone se esqueceu desta parte da biografia do W Bush.
O grande Dave Chappelle.
O grande Dave Chappelle.
domingo, 2 de novembro de 2008
Angels & Demons

Dan Brown + Ron Howard + Tom Hanks
Os fãs do Código Da Vinci dêem-se por contentes, o trio está de volta. Robert Langdon continua com o mesmo penteado, quando viaja até ao CERN na Suíça, para analisar um misterioso símbolo gravado no peito dum famoso físico que foi assassinado. As pistas vão levá-los, a ele e à filha do físico que também é física, até ao Vaticano, numa aventura frenética em busca duma antiga irmandade secreta, e agora renascida, os Illuminati, ou iluminados em bom português. Andam também à procura da fonte de energia mais poderosa do planeta que pode ser usada como uma nova arma de destruição maciça. O filme deve estrear a 15 de Maio nos Estados Unidos e, para além de Tom Hanks, conta com Ewan McGregor, Stellan Skarsgard e a israelita Ayelet Zurer. Pode ser que desta vez o Ron Howard não explique tudo e deixe alguma coisa para pensar, e já agora , aproveite para filmar bem o Vaticano. A grande novidade é que acabou de sair o primeiro trailer que é mais um teaser, e que deixo aqui fresquinho para quem quiser provar.
Tintin
Les Aventures de Tintin, era assim que se chamava a famosa banda desenhada, depois adaptada ao pequeno ecrã, da autoria do desenhista belga Hergé. Tintin nasceu em 1929 e viveu as mais variadas aventuras ao lado do seu fox terrier Milu, até meados da década de 70. Tintin era um jovem repórter que se envolvia constantemente em casos de investigação criminosa e conspiração política. Apesar de se encontrar na fase da adolescência (ou juventude) era muito perspicaz, e apresentava elevados padrões morais aliados a uma imagem de inocência. A longevidade da obra e os temas abordados levaram a que personagem transpirasse a visão que o seu autor tinha do mundo, já tendo sido por várias vezes acusada de racista. Tintin no Congo (altamente influenciado pelo colonialismo) e Tintin no País dos Sovietes (marcadamente anti-soviético) são os dois casos mais flagrantes. Mas porquê falar no Tintin? Ao que parece o Spielberg é grande fã da série e já tinha dito há bastante tempo que queria fazer uma longa metragem. Estaria tudo tratado com a Paramount se não viesse o Peter Jackson dizer que também estava interessado no projecto. Não há qualquer problema, ao que tudo indica a Paramount e a Sony já chegaram a acordo e vão produzir dois filmes ou possivelmente três. Assim, Spielberg realiza um, Jackson outro e fica a faltar um terceiro para completar a trilogia. A Paramount distribui nos States e nos outros países de língua inglesa e a Sony fica com o resto. Caso se tratasse dum díptico, era suposto ser lançado em conjunto, em 2010, mas como o Spielberg e o Jackson já escolheram 3 histórias entre as 23, vai haver mesmo trilogia. Quanto há imagem, fala-se duma extravagância 3-D ainda não vista, cá ficamos à espera.sábado, 1 de novembro de 2008
10 Grandes "Fake Bands" do Cinema e Televisão
Dr. Teeth & the Electric Mayhem
É a banda mais famosa da lista. Deu música durante muitos anos a crianças de todo o mundo no programa The Muppet Show e nos filmes da série. Dr. Teeth (à esquerda) é o líder da banda rock marreta que tem na bateria o membro mais famoso, Animal, o único que faz parte do elenco principal dos Muppet Babbies.Fingerbang
A Boys Band de South Park. O Cartman sonha que vão ser eles a próxima sensação musical do país o que os faz ganhar a admiração de milhares de mulheres bonitas e ainda 10 milhões de dólares. Convencido tratar-se de uma mensagem de Deus, não descança enquanto não a realiza. Até a Wendy entra na banda porque uma Boys Band que se preze tem cinco elementos. O significado do nome da banda só o Kenny é que sabe, uma vez que os outros não se acreditam nele e pensam que fingerbang é o gesto de fazer uma pistola com a mão.Les Triplettes de Belleville
O filme chama-se Les Triplettes de Belleville ou Belleville Rendez-Vous e é um dos filmes de animação mais invulgares dos últimos anos. Sylvain Chomet fez um excelente trabalho sendo nomeado, em 2004, para melhor filme de animação e melhor música. Champion foi criado pela avó, Madame Souza (à direita), e realizou o seu grande sonho de poder competir no Tour de France, pelo menos até ser raptado a meio. A avó e o seu cão Bruno partem então em busca de Champion, numa aventura épica em que são ajudados por 3 velhotas que formam um bizarro trio de jazz, e enfrentam a máfia francesa e até o Padrinho.No Vacancy
Richard Linklater deixa o indie para realizar The School of Rock em 2003 com argumento de Mike White, e valeu a pena. É um grande filme para canalha (e resto da família) que aborda o tema da música (rock) como poucos, duma forma simples e eficaz, o que levou Linklater a aceitar o projecto. Jack Black (deu aqui o grande salto na carreira) é um wannabe rockstar e um músico pouco genial que se faz passar por professor substituto numa escola preparatória e tenta transformar a turma numa banda rock para competir no "Battle of Bands" que se avizinha. Eles são os No Vacancy.Spinal Tap
This Is Spinal Tap é um documentário de 1984 sobre uma banda rock dos anos 70. Rob Reiner assina este mockumentary ou rockumentary, como já foi chamado, que se trata duma sátira às grandes bandas rock da altura, num registo cómico inteligente e subtil. Muita gente chegou a pensar que a banda existia mesmo. Talvez o maior fime de culto da lista.Stillwater
Um miúdo do secundário tem a oportunidade de escrever um artigo para a Rolling Stone sobre uma banda rock dos finais de 60, os Stillwater, enquanto os acompanha em digressão e nasce para vida. O filme é de 2000, chama-se Almost Famous, ganhou o óscar de melhor argumento e é provavelmente a melhor criação de Cameron Crowe, talvez também por ser semi-autobiográfico.The Be Sharps
The Simpsons, claro. Os Be Sharps eram um quarteto formado por Skinner, Homer, Barney e Apu (da direita para a esquerda), com uma história estranhamente similar à dos Beatles, que lançaram um albúm em 1985, atingiram um enorme sucesso a nivel nacional e ainda ganharam o grammy para "Outstanding Soul, Spoken Word, or Barbershop Album of the Year". Em vez do Barney, que se revelou um grande tenor, era para fazer parte do quarteto o chefe Wiggum, mas era muito Village People.The Carrie Nations
The Carrie Nations é uma banda de rock'n'roll que se muda para Hollywood com a finalidade de atingir um maior sucesso comercial. A banda soul psicadélica dos finais de 60, recentemente chegada a Los Angeles, vê-se rapidamente inserida no mundo do sexo e dasdrogas. O filme é de 1970, chama-se Beyond the Valley of the Dolls e é uma das comédias eróticas, ou soft-porn vá, de Russ Meyer mais conhecidas.The Rutles
The Rutles: All You Need Is Cash de 1978, é uma paródia à Beatlemania e aos muitos documentários feitos sobre eles. Este documentário criado pelo Python Eric Idle, segue a carreira dos Fab-Four: Dirk, Barry, Stig e Nasty, desde o seu ínicio em Liverpool, até ao sucesso mundial.The Soggy Bottom Boys
Tim Blake Nelson, George Clooney e John Turturro fogem da prisão e formam esta banda folk quase sem querer, ao gravarem o single "Man of Constant Sorrow" que vai ser um sucesso na rádio. O filme é a aventura homérica dos Coen, O Brother, Where Art Thou? de 2000. Pena a foto ser foleira, nem têm as barbas...
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